Pneumonia

Pneumonia

(Parte 1 de 5)

Monografias do Curso de Fisioterapia da Unioeste n. 01 – 2005 ISSN 1675-8265

CASCAVEL 2005

Monografias do Curso de Fisioterapia da Unioeste n. 01 – 2005 ISSN 1675-8265

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao curso de Fisioterapia da Universidade Estadual do Oeste do Paraná – campus Cascavel, como requisito parcial para a obtenção do título de Graduação em Fisioterapia.

Orientadora: Profa Érica Fernanda Osaku CASCAVEL, 2005

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(...) São tantas pessoas especiais que tenho que agradecer
(...) Aos meus paisCarmen e Antonio... que sempre me auxiliaram, me incentivaram,
vida. Ao meu irmão, Marcio, que sempre torceu por mim, ah eu seiEnfim, agradeço a toda a

AGRADECIMENTOS (...) Agradeço: enfim foram o meu alicerce durante este tempo que passei na faculdade, e durante todo a minha minha família, que é maravilhosa.

(...) Ao meu namorado, Sodré, que também sempre me incentivou, suportou a idéia de não me ver todos os finais de semana.

(...) Aos meus queridos amigos Carine, Eloeth, Jean, pelo companheirismo, amizade verdadeira e por ter compartilhado vários momentos bons juntos. Agradeço também a Juliana Marques, que com sua alegria nos contagiou nos momentos mais difíceis. Agradecimentos também à Claudia, ao Flávio e o Ronny por todos os momentos legais que passamos na nossa turminha. Agradeço também à amiga Michele, que durante os primeiros três anos do curso me agüentou nos momentos de desespero, e pelos seus valiosos conselhos. À amiga Alessandra, que com sua alegria e disposição me incentivou em fases difíceis. Agradeço também à amiga Franciane, que durante os dois primeiros anos do curso estudou e compartilhou comigo momentos de alegria e tristeza nessa jornada.

(...) A minha orientadora, professora Érica e a minha co-orientadora, professora Cláudia, pelo empenho dedicado durante a realização deste trabalho de conclusão de curso. Meus agradecimentos também à Fisioterapeuta Daniela, por ter aceitado fazer parte da minha banca.

(...) Aos funcionários do SAME, especialmente à Vilma, que colaboraram para que eu tivesse acesso aos prontuários.

(...) Aos professores, que afinal são os transmissores do conhecimento, por todos os ensinamentos proporcionados a mim e aos meus colegas de turma. Em especial agradeço à professora Keila, que me fez gostar ainda mais da Pneumologia.

(...) Aos pacientes, que confiaram em nosso trabalho e que nos possibilitaram aplicar nosso conhecimento na prática. E a todas as pessoas que de alguma forma me auxiliaram na realização deste sonho.

(...) Agradeço à faculdade, que apesar das enormes dificuldades que enfrentamos nela, conseguimos ter um ensino de qualidade, e eu, particularmente tenho orgulho de ter estudado na UNIOESTE.

(...) E é claro, agradeço muito a Deus por ter me dado forças todos os dias para realizar este trabalho e tantas outras atividades que foram necessárias para a conclusão deste curso.

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“Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.”

Chico Xavier

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Orientador Profª Érica Fernanda Osaku Colegiado de Fisioterapia - UNIOESTE

Profª Cláudia Rejane Lima de Macedo Colegiado de Fisioterapia – UNIOESTE

_ Fit. Daniela Itakura

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Pneumonia Nosocomial é uma das infecções hospitalares mais presentes nas UTIs. Os objetivos deste estudo foram analisar os prontuários dos pacientes internados na UTI Geral do HUOP no período de janeiro a junho de 2005, verificar a incidência de Pneumonia Nosocomial neste setor e reconhecer alguns fatores relacionados ao seu desenvolvimento. Foram pesquisados 175 prontuários. A pesquisa foi realizada no SAME, sendo utilizado uma ficha de avaliação, contendo dados dos pacientes e de sua internação. 12,57% desenvolveram Pneumonia Nosocomial. Grande parte era do sexo masculino. Pacientes com idade entre 50 a 59 foram os que mais desenvolveram esta patologia. A maioria veio do Pronto Socorro. A maior parte dos pacientes teve tempo de internação hospitalar de 6 a 10 dias e de 26 a 30 dias. O maior período de internação na UTI foi de 6 a 10 dias. O principal diagnóstico de internação foi a HAS. Todos os pacientes utilizaram ventilação mecânica. A maior parte dos pacientes desenvolveu a patologia até o quarto dia de internação na UTI. O principal microorganismo encontrado foi a Klebisiella pneumoniae. A principal complicação foi o choque séptico. A maioria dos pacientes realizou Fisioterapia. Todos os pacientes utilizaram dieta enteral e 63,64% dos pacientes foram a óbito, tendo como principal causa a PAVM. Conclui-se que a incidência de Pneumonia Nosocomial nesta UTI condiz com a literatura.

Palavras-chaves: Pneumonia Nosocomial, UTI, incidência.

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Nosocomial Pneumonia is one of the hospital infections more common in UTIs. The objectives of this work have been to analyze the records of the interned patients in the geral UTI from the HUOP in the period from January to June in 2005, to verify the incidence of Nosocomial Pneumonia in this sector and recognize some factors related to its development. It was searched 175 records. This search took place in the Medical Statistics Support Service, being used an evaluation sheet, containing information of the patients and their internment. 12, 57% got Nosocomial Pneumonia. Most of them were male. Patients between 50 and 59 years old were who developed this pathology the most. The majority came from Emergencies Centers. Most of the patients spend between 6 and 10 days, and 26 and 30 days of hospital internment. The longest internment period in the UTI was between 6 and 10 days. The main diagnosis of internment was the Arterial Systemic Hypertension. All the patients used mechanic ventilation. Most of the patients developed Nosocomial Pneumonia up to the fourth day of internment in the UTI. The main microorganism found was the Klebisiella Pneumoniae. The main complication was the septic shock. Most of the patients attended physiotherapy. All the patients used an enteral diet and 63, 64% of the patients passed away, mostly because of the PAVM (Pneumonia associated with mechanic ventilation). It concludes that the incidence of Nosocomial Pneumonia in this UTI is according to the literature.

Key-Words: Nosocomial Pneumonia, UTI, Incidence.

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LISTA DE GRÁFICOS13
LISTA DE TABELAS15
LISTA DE FIGURAS16
1 INTRODUÇÃO19
2.2 Pneumonia25
2.2.1 Pneumonia Bacteriana25
Figura 1 – Radiograma de um paciente com Pneumonia Estafilocócica27
2.2.2 Pneumonia Fúngica27
2.2.3 Pneumonia Viral28
2.3 Pneumonia Nosocomial29
2.3.1 Incidência29
2.3.2 Epidemiologia30
2.3.3 Etiologia30
2.3.4 Patogenia31
2.3.5 Diagnóstico3
2.3.6 Profilaxia34
2.3.7 Tratamento35
2.4 Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica36
2.4.1 Incidência36
2.4.2 Epidemiologia36
1999)37
2.4.3 Etiologia37
2.4.4 Patogenia38
2.4.5 Diagnóstico39
2.4.6 Profilaxia40
2.4.7 Tratamento42
2.5 Ventilação Mecânica43
Figura 2 – Leito de UTI com ventilação mecânica46
2.5.1 Ventilação Mecânica Invasiva46
2.5.1.1 Modalidades de Ventilação Mecânica Invasiva47
2.5.1.1.1 Ventilação mecânica controlada47
2.5.1.1.2 Ventilação mecânica assistida/controlada47
2.5.1.1.3 Ventilação mandatória intermitente sincronizada48
2.5.2 Ventilação Mecânica Não-Invasiva49
2.5.2.1 Modalidades de Ventilação Mecânica Não-Invasiva50
2.5.2.1.1 CPAP50
Figura 3 – Paciente utilizando CPAP51
2.5.2.1.2 BIPAP51
2.5.2.1.3 Modo Pressão Suporte52

A pneumonia é uma das principais complicações da ventilação mecânica. Esta patologia se relaciona com uma maior mortalidade e morbidade, aumento do período de internação e os gastos hospitalares. Nos Estados Unidos da América, a PAVM ocorre em cerca de 9 a 12% dos indivíduos, com uma mortalidade entre 5 a 71% (ZAIDI, MARTÍN e ROSADO, 2.6 Fisioterapia .......................................................................................................................... 53

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2.6.1 Fisioterapia Motora53
2.6.2.1 Manobras de Higiene Brônquica54
2.6.2.2 Exercícios Respiratórios56
2.6.2.3 Espirometria incentivadora57
2.6.1.4 Técnicas de ventilação que auxiliam na Fisioterapia57
2.6.3 Aspiração58
3 METODOLOGIA60
60
Nosocomial61
gênero62
etária63
Tabela 2 – Procedência do paciente de outro setor63
64
internação hospitalar65
internação na UTI do HUOP6
Tabela 3 – Diagnósticos de internação dos pacientes com Pneumonia Nosocomial67
utilização da VMI68
desenvolveram a Pneumonia Nosocomial69
Tabela 4 - Reintubação dos pacientes com Pneumonia Nosocomial69
Escala de Ramsay70
da Escala de Coma de Glasgow71
Geral do HUOP72
complicações desenvolvidas73
atendimento fisioterapêutico74
realização da Fisioterapia74
Tabela 7 – Porcentagem dos pacientes conforme o período de utilização da dieta enteral75
durante a internação na UTI do HUOP75
Tabela 9 – Distribuição da porcentagem dos pacientes conforme os óbitos76
5 DISCUSSÃO7
7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS84
8 APÊNDICES91

Tabela 1 – Pacientes internados na UTI do HUOP que desenvolveram Pneumonia Gráfico 1 – Distribuição da população com diagnóstico de Pneumonia Nosocomial quanto ao Gráfico 2 – Distribuição da população com Pneumonia Nosocomial de acordo com a faixa Gráfico 3 – Setor de procedência dos pacientes que foram encaminhados à UTI Geral do HUOP Gráfico 4 – Distribuição da população com Pneumonia Nosocomial de acordo com o período de Gráfico 5 – Distribuição da população com Pneumonia Nosocomial conforme o período de Gráfico 7 – Distribuição da população com Pneumonia Nosocomial conforme o período de Gráfico 8 – Período após a internação na UTI Geral do HUOP em que os pacientes Gráfico 9 – Distribuição da população com Pneumonia Nosocomial de acordo com os valores da Gráfico 10 – Distribuição da população com Pneumonia Nosocomial de acordo com os valores Gráfico 1 – Microorganismos presentes nos pacientes com Pneumonia Nosocomial da UTI Tabela 5 – Distribuição da população com Pneumonia Nosocomial de acordo as Tabela 6 – Pacientes com diagnóstico de Pneumonia Nosocomial que foram submetidos ao Gráfico 12 –Distribuição dos pacientes com Pneumonia Nosocomial de acordo com o período de Tabela 8 – Pacientes com Pneumonia Nosocomial que foram a óbito ou e que sobreviveram APÊNDICE 1 – FICHA DE AVALIAÇÃO .................................................................................. 91

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DATA92
FISIOTERAPIA92

DIETA ........................................................................................................................................ 92

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ACMV – ventilação mecânica assistida controlada AESP – atividade elétrica sem pulso AIDS – síndrome da imunodeficiência adquirida AVE – acidente vascular encefálico BAAR – bacilo álcool-ácido resistente BCP - brocopneumonia BIPAP – dois níveis intermitentes de pressão positiva nas vias aéreas C – centro cirúrgico cmH2O – centímetros de água

CO2 – dióxido de carbono CPAP – pressão positiva contínua em vias aéreas

DHEG – doença hipertensiva específica da gestação DM – diabetes melitus DPOC – doença pulmonar obstrutiva crônica EAP – edema agudo de pulmão ECG – Escala de Coma de Glasgow EUA – Estados Unidos da América FAB – ferimento por arma branca FAF – ferimento por arma de fogo

FiO2 – fração inspirada de oxigênio HAS – hipertensão arterial sistêmica

HDA – hemorragia digestiva alta HUOP – Hospital Universitário do Oeste do Paraná IAM – infarto agudo do miocárdio ICC – insuficiência cardíaca congestiva IMV – ventilação mandatória intermitente IRA – insuficiência renal aguda IRC – insuficiência renal crônica min – minuto mmHg – milímetros de mercúrio NPT – nutrição parenteral total PS – pronto socorro PAC – posto de atendimento continuado

PaCO2 – pressão arterial de dióxido de carbono

PaO2 – pressão arterial de oxigênio PAVM - pneumonia associada à ventilação mecânica

PCR – parada cardiorrespiratória PEEP – pressão positiva expiratória final pH – potencial de hidrogênio iônico PNM – pneumonia P-O – pós-operatório SAME – Serviço de Apoio Médico e Estatístico SARA – síndrome da angústia respiratória aguda

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SIMV – ventilação mandatória intermitente sincronizada SIRS – síndrome da resposta inflamatória sistêmica TCE – traumatismo crânio encefálico TVP – trombose venosa profunda UBS – unidade básica de saúde UTI – Unidade de Terapia Intensiva UTIs - Unidades de Terapia Intensiva VMC – ventilação mecânica controlada VNI – ventilação mecânica não-invasiva VO – via oral ZEEP – pressão expiratória final zero

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MIRIAN RICCI1
CASCAVEL, 20052
TERMO DE APROVAÇÃO5
MIRIAN RICCI5
BANCA EXAMINADORA5
Fit. Daniela Itakura5
RESUMO6
ABSTRACT7
SUMÁRIO8
LISTA DE ABREVIATURAS1
IMV – ventilação mandatória intermitente1
LISTA DE GRÁFICOS13
LISTA DE TABELAS15
LISTA DE FIGURAS16
1 INTRODUÇÃO19
2.2 Pneumonia25
2.2.1 Pneumonia Bacteriana25
Figura 1 – Radiograma de um paciente com Pneumonia Estafilocócica27
2.2.2 Pneumonia Fúngica27
2.2.3 Pneumonia Viral28
2.3 Pneumonia Nosocomial29
2.3.1 Incidência29
2.3.2 Epidemiologia30
2.3.3 Etiologia30
2.3.4 Patogenia31
2.3.5 Diagnóstico3
2.3.6 Profilaxia34
2.3.7 Tratamento35
2.4 Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica36
2.4.1 Incidência36
2.4.2 Epidemiologia36
1999)37
2.4.3 Etiologia37
2.4.4 Patogenia38
2.4.5 Diagnóstico39
2.4.6 Profilaxia40
2.4.7 Tratamento42
2.5 Ventilação Mecânica43
Figura 2 – Leito de UTI com ventilação mecânica46

A pneumonia é uma das principais complicações da ventilação mecânica. Esta patologia se relaciona com uma maior mortalidade e morbidade, aumento do período de internação e os gastos hospitalares. Nos Estados Unidos da América, a PAVM ocorre em cerca de 9 a 12% dos indivíduos, com uma mortalidade entre 5 a 71% (ZAIDI, MARTÍN e ROSADO, 2.5.1 Ventilação Mecânica Invasiva ....................................................................................... 46

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2.5.1.1 Modalidades de Ventilação Mecânica Invasiva47
2.5.1.1.1 Ventilação mecânica controlada47
2.5.1.1.2 Ventilação mecânica assistida/controlada47
2.5.1.1.3 Ventilação mandatória intermitente sincronizada48
2.5.2 Ventilação Mecânica Não-Invasiva49
2.5.2.1 Modalidades de Ventilação Mecânica Não-Invasiva50
2.5.2.1.1 CPAP50
Figura 3 – Paciente utilizando CPAP51
2.5.2.1.2 BIPAP51
2.5.2.1.3 Modo Pressão Suporte52
2.6 Fisioterapia53
2.6.1 Fisioterapia Motora53
2.6.2.1 Manobras de Higiene Brônquica54
2.6.2.2 Exercícios Respiratórios56
2.6.2.3 Espirometria incentivadora57
2.6.1.4 Técnicas de ventilação que auxiliam na Fisioterapia57
2.6.3 Aspiração58
3 METODOLOGIA60
60
Nosocomial61
gênero62
etária63
Tabela 2 – Procedência do paciente de outro setor63
64
internação hospitalar65
internação na UTI do HUOP6
Tabela 3 – Diagnósticos de internação dos pacientes com Pneumonia Nosocomial67
utilização da VMI68
desenvolveram a Pneumonia Nosocomial69
Tabela 4 - Reintubação dos pacientes com Pneumonia Nosocomial69
Escala de Ramsay70
da Escala de Coma de Glasgow71
Geral do HUOP72

Tabela 1 – Pacientes internados na UTI do HUOP que desenvolveram Pneumonia Gráfico 1 – Distribuição da população com diagnóstico de Pneumonia Nosocomial quanto ao Gráfico 2 – Distribuição da população com Pneumonia Nosocomial de acordo com a faixa Gráfico 3 – Setor de procedência dos pacientes que foram encaminhados à UTI Geral do HUOP Gráfico 4 – Distribuição da população com Pneumonia Nosocomial de acordo com o período de Gráfico 5 – Distribuição da população com Pneumonia Nosocomial conforme o período de Gráfico 7 – Distribuição da população com Pneumonia Nosocomial conforme o período de Gráfico 8 – Período após a internação na UTI Geral do HUOP em que os pacientes Gráfico 9 – Distribuição da população com Pneumonia Nosocomial de acordo com os valores da Gráfico 10 – Distribuição da população com Pneumonia Nosocomial de acordo com os valores Gráfico 1 – Microorganismos presentes nos pacientes com Pneumonia Nosocomial da UTI Tabela 5 – Distribuição da população com Pneumonia Nosocomial de acordo as complicações desenvolvidas. ........................................................................................................ 73

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