NBR 10898/99 - Sistema de Iluminaçao de Emergencia

NBR 10898/99 - Sistema de Iluminaçao de Emergencia

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NBR 10898SET 1999 Sistema de iluminação de emergência

Palavra-chave: Iluminação de emergência24 páginas

Origem: Projeto NBR 10898:1998 CB-24 - Comitê Brasileiro de Segurança contra Incêndio CE-24:204.01 - Comissão de Estudo de Sistema de Iluminação de Emergência NBR 10898 - Emergency lighting system Descriptor: Emergency lighting Esta Norma substitui a NBR 10898:1990 Válida a partir de 01.1.1999

Sumário 1 Objetivo 2 Referências normativas 3 Definições 4 Composição 5 Função 6 Instalações especiais 7 Simbologia 8Projeto e instalação do sistema 9 Manutenção 10Medidas e aferições 11Aceitação do sistema ANEXOS AAbrangência da iluminação BBaterias para sistemas de segurança - Iluminação de emergência

CQuadro para o cálculo da capacidade da bateria DLista dos itens para verificação prática do sistema EÁreas ou locais de alto risco de acidentes

Prefácio

A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (CB) e dos Organismos de Normalização Setorial (ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).

Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito dos CB e ONS, circulam para Consulta Pública entre os associados da ABNT e demais interessados.

Esta Norma contém os anexos A, B e C, de caráter normativo, e os anexos D e E, de caráter informativo.

1 Objetivo

Esta Norma fixa as características mínimas exigíveis para as funções a que se destina o sistema de iluminação de emergência a ser instalado em edificações, ou em outras áreas fechadas sem iluminação natural.

2 Referências normativas

As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as edições mais recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento.

NBR 5410:1997 - Instalação elétrica de baixa tensão

NBR 5413:1992 - Iluminação de interiores - Procedimento

NBR 5456:1987 - Eletricidade geral - Terminologia NBR 5461:1991 - Iluminação - Terminologia

NBR 6146:1980 - Invólucros de equipamentos elétricos - Proteção - Especificação

2NBR 10898:1999

NBR 7192:1998 - Elevadores elétricos - Elevadores de passageiros, elevadores de carga, monta-carga e elevadores de maca - Projeto, fabricação e instalação

NBR 7195:1995 - Cores para segurança - Procedimento

NBR 8662:1984 - Identificação por cores de condutores elétricos nus e isolados - Procedimento

NBR 9077:1993 - Saída de emergência em edifícios - Procedimento

NBR 14100:1998 - Proteção contra incêndio - Símbolos gráficos para projetos

3 Definições

Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as definições das NBR 5461 e NBR 9077, e as seguintes:

3.1 autonomia do sistema: Tempo mínimo em que o sistema de iluminação de emergência assegura os níveis de iluminância exigidos.

3.2 estado de flutuação: Estado em que a bateria de acumuladores elétricos recebe uma corrente necessária para a manutenção de sua capacidade nominal.

3.3 estado de vigília do sistema: Estado em que a fonte de energia alternativa (sistema de iluminação de emergência) está pronta para entrar em funcionamento na falta ou na falha da rede elétrica da concessionária.

3.4 estado de funcionamento do sistema: Estado no qual a(s) fonte(s) de energia alimenta(m), efetivamente, os dispositivos da iluminação de emergência.

3.5 estado de repouso do sistema: Estado no qual o sistema foi inibido de iluminar propositadamente. Tanto inibido manualmente com religamento automático ou através de célula fotoelétrica, para conservar energia e manter a bateria em estado de carga para uso em emergência, quando do escurecimento da noite.

3.6 fonte de energia alternativa: Dispositivo destinado a fornecer energia elétrica ao(s) ponto(s) de luz de emergência na falta ou falha de alimentação na rede elétrica da concessionária.

3.7 fluxo luminoso nominal: Fluxo luminoso medido após 2 min de funcionamento do sistema.

3.8 fluxo luminoso residual: Fluxo luminoso medido após o tempo de autonomia garantida pelo fabricante no funcionamento do sistema.

3.9 iluminação auxiliar: Iluminação destinada a permitir a continuação do trabalho, em caso de falha do sistema normal de iluminação. Por exemplo: centros médicos, aeroportos, metrô, etc.

3.10 iluminação de ambiente ou aclaramento: Iluminação com intensidade suficiente para garantir a saída segura de todas as pessoas do local em caso de emergência.

3.1 iluminação de emergência: Iluminação que deve clarear áreas escuras de passagens, horizontais e verticais, incluindo áreas de trabalho e áreas técnicas de controle de restabelecimento de serviços essenciais e normais, na falta de iluminação normal.

A intensidade da iluminação deve ser suficiente para evitar acidentes e garantir a evacuação das pessoas, levando em conta a possível penetração de fumaça nas áreas.

O sistema de iluminação de emergência deve:

a) permitir o controle visual das áreas abandonadas para localizar pessoas impedidas de locomover-se; b) manter a segurança patrimonial para facilitar a localização de estranhos nas áreas de segurança pelo pessoal da intervenção; c) sinalizar inconfundivelmente as rotas de fuga utilizáveis no momento do abandono do local; d) sinalizar o topo do prédio para a aviação comercial.

Em casos especiais, a iluminação de emergência deve garantir, sem interrupção, os serviços de primeirossocorros, de controle aéreo, marítimo, ferroviário e outros serviços essenciais instalados.

O tempo de funcionamento do sistema de iluminação de emergência deve garantir a segurança pessoal e patrimonial de todas as pessoas na área, até o restabelecimento da iluminação normal, ou até que outras medidas de segurança sejam tomadas.

No caso do abandono total do edifício, o tempo da iluminação deve incluir, além do tempo previsto para a evacuação, o tempo que o pessoal da intervenção e de segurança necessita para localizar pessoas perdidas ou para terminar o resgate em caso de incêndio. Este tempo deve ser respaldado pela documentação de segurança do edifício aprovada pelo usuário e do poder público.

Devem ser respeitadas as limitações da visão humana, com referência às condições fisiológicas da visão diurna e noturna e o tempo de adaptação para cada estado.

A variação da intensidade de iluminação não pode ser superior ao valor de 20:1.

3.12 iluminação de balizamento ou de sinalização: Iluminação de sinalização com símbolos e/ou letras que indicam a rota de saída que pode ser utilizada neste momento.

3.13 sinalização especial para aviação comercial: (ver exigências da Aeronáutica).

3.14 condição de permanência de iluminação dos pontos dos sistemas

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